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sexta-feira, 6 de março de 2009

Semana das Línguas

No âmbito da semana das línguas no Colégio Valsassina, foi pedido aos alunos do 4º ano que escrevessem uma aventura que nos fizesse sonhar...

Assim na nossa turma nasceram:



Aventuras de Sonho


Hector e o vírus no computador
Guilherme Cabral; Pedro Costa; Madalena Pais; Raquel Carriço


Celeste e Jacóbo
Beatriz Marcos; João Araújo; Francisco Begonha; Madalena Rodrigues


A fuga do tigre Jorgino
Filipa Bentes; Rita Marques; Bruno Santos; Francisco David


Pevides e as fatiotas dos guardas
Diogo Vigário; Miguel Horta; Pedro Silva; Rafael Benoliel


O escravo que se tornou Imperador
Ana Coruche; Diogo Lamy; Maria Cunha; Rodrigo Tiago


Robert o Salvador
Cláudia Marques; Mariana Farinha, Mariana Simões; Miguel Duarte


Os sonhos de Armando
Francisco Correia; César Maurício; Joana Silva; Mafalda Machado

Hector e o vírus no computador


Era uma vez um menino, que nasceu no dia em que os computadores foram inventados.
A sua marca de nascença era uma mancha na pele, atrás da orelha, que parecia um relâmpago.

Um dia, um vírus apoderou-se do computador e abriu-se um portal que fez com que Hector fizesse uma viagem ao passado. De repente, o vidro do computador partiu-se e Hector viu uma espiral a desenrolar-se no ecrã que o envolveu e o puxou para dentro do jogo.

Hector, percebeu então que tinha entrado directamente para o último nível do jogo, que estava a jogar. Estava numa aldeia com seiscentos homens, onde trezentos eram guerreiros e os restantes trezentos eram os seus habitantes. O chefe era Hector!

Ainda estava a tentar perceber o que lhe tinha acontecido, quando sentiu a terra a tremer. Olhou e viu um homem enorme, e reconheceu o Senhor das Trevas, que avançava com o seu exército de mil homens sobre a aldeia.

Lutando heroicamente, Hector e os seus guerreiros, inteligentes, cheios de estratégias e coragem, aniquilaram todos os inimigos. Menos um: O Senhor das Trevas!

Hector então coçou a orelha e quando a sua mão tocou na mancha ela iluminou-se, provocando um enorme relâmpago.

Nele apareceu Zeus, o seu amigo de tantos jogos, que logo atirou um enorme raio que destruiu o Senhor das Trevas e provocou novamente a espiral. Rodopiando, Hector voltou ao seu quarto. Esfomeado, devorou um pacote de pipocas para festejar.

Pela primeira vez na sua vida conseguiu chegar ao fim do nível mais difícil do seu jogo.

Celeste e Jacóbo

Era uma vez um rapaz chamado Jacóbo que nasceu com um grande sinal na sua mão direita. Ele fez 17 anos, no dia 16 de Agosto no ano 2085. Jacóbo sonhava ser um homem muito forte e invencível, para assim poder tornar-se num grande herói.

Um dia depois de fazer os seus 17 anos, foi cavalgar para o deserto e passado algum tempo encontrou o seu inimigo Altar. Após esse encontro, os dois tiveram que travar uma grande batalha na qual Jacóbo precisou da ajuda da sua amiga Celeste.

No final da batalha, Jacóbo pediu a Celeste que casasse com ele, pois estava muito apaixonado por ela. Este pedido foi prontamente aceite por Celeste, porque ela também sentia um fraquinho por ele.

Assim, quando o seu povo soube que eles tinham derrotado Altar, pediu para construir um castelo chamado Almorol em sua homenagem, e coroaram-nos como Reis de Rinhos que era o nome da aldeia onde eles viviam.


Passados alguns anos, Jacóbo e Celeste tiveram seis filhos chamados Lumiar, Chamanecas, Zack, Kika, Dentuças e Riki.

Quando eles cresceram tornaram-se príncipes e princesas de Rinhos e a Riki casou com Joel, a Dentuças com o Fredi, a Kika com o Luís, o Zack com a London, o Lumiar com a Medy e o Chamanecas com a Lily.

Assim, tiveram todos um final feliz com casamentos e filhos

A fuga do tigre Jorgino

Era uma vez um tigre chamado Jorgino que tinha nascido no Jardim Zoológico de Nova Iorque, em 1998. A sua marca de nascença era uma garra colorida. Jorgino tinha 11 anos.

O seu sonho era ir à Califórnia. Jorgino estava destinado a libertar todos os animais do Jardim Zoológico pois ele detestava jaulas.

Um dia à noite, quando o guarda do Zoo estava a dormir, Jorgino conseguiu fugir da sua jaula e foi libertar o seu amigo Tozé, o tigre branco.

Então, dirigiram-se à jaula dos macacos para os libertar, mas tiveram um grande azar: apareceu um guarda. Nesse instante, com receio de que o guarda lhes fizesse mal, os dois escalaram a parede de montanha do Zoo e evitaram que o guarda os apanhasse, e fugiram para um abrigo secreto.

No dia seguinte, os dois prepararam um plano para libertar os animais das jaulas.
Já de noite, Jorgino e Tozé iniciaram o seu plano maravilhoso. O Jorgino ficou a vigiar o guarda e o Tozé abriu a jaula dos leões, das girafas, dos macacos e de todos os animais lá do Zoo e correram todos para a saída.

Já na cidade, o Jorgino encontrou um velho amigo do Jardim Zoológico, o Zé das Castanhas, que se ofereceu para lhes arranjar uma casa para eles dormirem durante alguns dias.

Nessa noite, todos os animais festejaram a saída do Zoo e a respectiva liberdade, comendo deliciosas iguarias e dançando belas melodias e, como recompensa pelo trabalho de Jorgino, ofereceram-lhe uma viagem à Califórnia, pois sabiam que esse era o seu grande sonho!!!

Pevides e as fatiotas dos guardas

Para começar, o nome verdadeiro do nosso herói era Pevides Hortalácios e a sua data de nascimento era 37 de Outubro de 2020 no planeta Klinkpton.

Pevides tinha uma marca de nascença. Tinha 207 ossos e não 206.

O seu grande sonho era ser guarda dos guardas da princesa Ermelinda que vivia num reino muito distante (a 3 passos da casa dele).

Certo dia, 39 de Fevereiro de 2043 (claro que estas datas são esquisitas, estamos num planeta diferente) resolveu avisar a sua mãe:
- Mamã, hoje vou atravessar a passadeira e passar a ser guarda dos guardas da princesa Ermelinda.
- Então leva a dentadura da tua trisavó e dá cá uma beijoca.

Quando estava a meio da passadeira deparou-se com um Einstein que lhe disse:
- Não vais conseguir ser guarda dos guardas porque eu sou coleccionador de escudos e fatiotas e para além disso, eu sou um vilão maléfico!

Logo a seguir, começam a cair os dentes um por um fazendo um barulho mais parecido com a Marcha Turca de Mozart.
Nesse preciso momento Pevides responde-lhe:
Primeiro, parabéns pela tua canção!

- Segundo, posso-te emprestar uma dentadura que aqui tenho?

Não conseguindo falar, Einstein murmurou:
- Eu voltarei!!! E desta vez com dentes novos, vou aproveitar a crise e vou aos saldos do El Corte Inglês.

...Dentro do Castelo...

Pevides diz:
-Olha quem é ele! O meu amigo Alcídio.Que tens feito?
- Deixa-me pensar...nada!

… Deixemo-nos de conversa de “chacha” e vamos ao que interessa.

Numa noite de lua cheia Pevides teve de entrar em acção.
Tinha-se levantado para beber o seu descafeinado da meia-noite, quando viu que o Vilão (Einstein) que tinha visto há dias, já tinha uma dentadura nova e estava a atirar lobisomens robóticos para roubar os escudos e as fatiotas dos guardas.

O seu amigo Alcídio, que também tinha acordado com o barulho apareceu e ajudou-o a arranjar uma estratégia para derrotar o vilão. Fizeram um esforço para se lembrarem das suas aulas de Karaté e graças a elas, os dois organizaram uma batalha da qual saíram vitoriosos.

No final, como recompensa Pevides bebeu outro descafeinado e os soldados ofereceram-lhe uma peça de roupa, de cada um, porque sabiam que o Pevides era um grande coleccionador. Mas havia um problema: nessas ofertas estavam incluídas umas cuecas que não cheiravam lá muito bem.

Continuando, Pevides pensou numa forma de se livrar do Einstein:
- Vou mandá-lo para Roma. Vou também pedir a Júlio César e aos seus partidários que o atirem aos leões.

… O seu pedido foi concretizado e Pevides regressou para falar com a sua mãe:
- Mamã tenho duas coisas para lhe pedir:

Primeiro - Posso terminar a minha colecção de fatiotas?
- Podes. Respondeu a mãe muito contente pois voltava a ver o seu filhinho!!!

Segundo - Posso casar com a princesa?
- Claro que podes! Aproveita e vê se ela te põe juízo nessa cabecinha.

- Ok mamã, obrigado és a maior! Quer dizer, só quando me fazes as vontades todas!!!

…Uns dias mais tarde, os amigos organizaram uma grande festa em homenagem a Pevides e à princesa Ermelinda, a sua amada, aproveitando-se desta situação, Pevides pediu a sua mão em casamento.

Em 2043, Pevides terminou a sua colecção de fatiotas e casou com a princesa. (Sim 2043, e quem não sabe esta data não é Klinkptês…)

O escravo que se tornou Imperador

Era uma vez um menino chamado David que nasceu escravo e sonhava ser imperador.
Quando atingiu os 20 anos foi para Roma tentar realizar o seu sonho.
David tinha a marca de uma espada que significava que viria a ser um grande gladiador.

Na ida para Roma encontrou um bárbaro chamado César que lhe perguntou:
- Quem és tu?
- Eu sou romano e venho do litoral de Roma - disse David.
- Eu detesto Romanos – gritou o César.

De repente, começaram a lutar e a marca da espada tornou-se real, e com essa espada David matou César e continuou a sua viagem até chegar a Roma.

Quando chegou a Roma, David conheceu um general romano que organizava combates entre os gladiadores, e mentiu-lhe dizendo-lhe que ele era gladiador há muito tempo e por isso pretendia que ele lhe arranja-se um combate.

Quando chegou ao Coliseu começou os seus combates para se tornar Imperador. No final lutou contra o Imperador Cáspito e derrotou-o.

A partir desse momento David realizou o seu sonho e ficou no palácio (com a coroa do Imperador) e foi recebido com um grande banquete.

Passadas algumas horas apareceram uns soldados bárbaros que queriam atacar David para conquistar Roma. Então David, chamou os seus soldados e foram atacar os bárbaros.
Quando chegaram à mata (local onde se realizou a batalha) o David pegou num bocado de terra e esfregou na espada para esta não lhe escorregar das mãos e começaram a guerra.

No final da noite, David e os seus soldados ganharam a batalha e voltaram para o palácio, onde fizeram uma grande festa para comemorar a grande vitória sobre os Bárbaros.
Então, David convidou o seu melhor amigo (Pedro) e a sua irmã (Madalena), para a festa e, nesse instante, David apaixonou-se por Madalena e pediu-a em casamento.

A Madalena aceitou o seu pedido e os dois tiveram um casamento muito bonito, com um grande banquete nos terraços do palácio.

Robert o salvador

Era uma vez um cão chamado Robert, que nasceu no dia 09/02/1997. Nesse dia, a sua mãe ficou muito feliz porque Robert tinha nascido com quatro patas, uma cabeça e uma cauda.

O seu destino era salvar o mundo dos perigos. A sua marca de nascença era uma mancha castanha em forma de mundo e o seu maior desejo era casar com uma caniche cor-de-rosa.

Aos 12 anos decidiu que o seu atributo era ser o protector dos seres vivos.

Um dia o cão Robert parou e começou a pensar:
- Se eu um dia salvar o mundo, vou melhorar as condições de vida na Terra.

No dia seguinte, o cão Robert partiu para a sua viagem. No meio da viagem encontrou um barco com o seu maior inimigo, que se chamava Croft, um cão que era um cientista louco que queria destruir o mundo e depois apoderar-se dele.

De repente, o malvado Croft espetou no barco do Robert um corvo e o barco começou a afundar-se. O cão Robert veio à superfície para respirar durante algum tempo, e apareceu o seu melhor amigo Max, perito em ajudas, que o ajudou a subir para o seu barco. Quando o cão Robert subiu para o barco contou o plano maléfico do Croft ao seu amigo Max.

Então os dois pensaram num plano para ir para o esconderijo do malvado Croft, que ficava para lá das águas cobertas de tubarões, crocodilos e piranhas.

Depois de passarem pelas águas perigosas, chegaram finalmente ao esconderijo do malvado Croft.

Quando o malvado Croft os viu no seu esconderijo, apanhou uma grande surpresa, pois apanhou o Robert a mexer nos seus mapas trágicos.

De seguida Croft desafiou Robert para um duelo de vida ou de morte entre os dois e Robert aceitou o desafio.

…Pegaram nas suas espadas afiadas e Robert disse:
- Se eu ganhar este duelo tu não destróis o mundo, mas se tu ganhares a batalha podes destruir o mundo, embora eu não prometa que não te tente impedir.

No final do duelo, o cão Robert saiu vitorioso e foi recebido com um grande beijo da sua amada, a caniche cor-de-rosa.

O beijo foi tão bom que Robert caiu para o lado. De seguida Robert recebeu um jantar magnífico como recompensa.

Do Croft não se sabe nada, só se sabe que desapareceu e levou consigo o seu barco. Mais tarde também se soube que o Croft foi para as águas perigosas.

O beijo foi tão bom que Robert caiu para o lado. De seguida Robert recebeu um jantar magnífico como recompensa.

Do Croft não se sabe nada, só se sabe que desapareceu e levou consigo o seu barco. Mais tarde também se soube que o Croft foi para as águas perigosas.

Os sonhos de Armando

Estávamos numa quinta-feira, dia 27 de Novembro de 2200 e nasceu um rapaz que se chamava Armando Correia Maurício Machado Silva da Silva. Ele tinha uma marca de nascença que era uma mancha escura nas costas.

Armando vivia com os pais em Cascais e o seu grande sonho era tornar-se amigo do" Abominável Homem das Neves".

Os seus pais queriam que ele fosse presidente da República, mas ele queria ser um bom guerreiro. Quando tinha 10 anos (em 2210) os pais disseram-lhe o que queriam que ele fosse quando atingisse a idade adulta.

O pobre rapazinho não gostou da ideia e foi ao quarto buscar todos os seus valores e foi para o quintal chorar e pensou que o melhor seria fugir dos pais.
Por isso, atravessou a auto-estrada a correr e foi até ao aeroporto de Lisboa. Lá, pôs-se dentro da mala de desporto de um homem musculado, pois não tinha dinheiro para pagar o bilhete para a China.

Os homens que puseram as malas dentro do avião esqueceram-se de as fechar por isso, a meio da viagem, o Armando saiu da mala e o vento puxou-o para fora do avião.

Ao cair do avião, o Armando foi parar à mais alta montanha da Suíça e começou a descê-la até que encontrou uma gruta onde vivia o "Abominável Homem das Neves".

Ao vê-lo, o Armando ficou cheio de medo, mas o monstro disse-lhe:
- Não tenhas medo, eu quero ser teu amigo!
- Ok! - disse o Armando. Então não preciso de ter medo. Vamos comer!

Mas o Armando não sabia que o que o Abominável Homem das Neves queria era raptá-lo.
Então, de repente, apareceu uma lagarta que já era amiga do Armando desde quando ele tinha 5 anos e salvou-o das garras do Abominável Homem das Neves.

O " Abominável Homem das Neves " ficando furioso disse ao Armando:
-Tu ainda vives com a tua mãe e com o teu pai, por isso vais pagar!

O " Abominável Homem das Neves" foi com a mãe e o Armando aproveitou para fugir.

Quando ele ia para casa, o monstro seguiu-o, sem ele saber, e arranjou um atalho e chegou lá primeiro do que o Armando e raptou os pais dele pondo-os na lareira.

Então o Armando e a sua amiga lagarta tiveram que voltar a entrar em acção para salvar os seus pais.

Depois de libertarem os pais do Armando, os amigos organizaram uma grande festa em honra do Armando e da lagarta e ofereceram-lhes medalhas a dizer que eles eram uns grandes heróis.