quarta-feira, 5 de novembro de 2008

OS RIOS DE PORTUGAL - APRESENTAÇÃO DOS TRABALHOS




Nas últimas semanas, estivemos a estudar os rios de Portugal e a perceber as suas diferenças.

Formamos grupos de trabalho e cada grupo ficou com a tarefa de pesquisar e apresentar informações mais completas sobre um determinado rio, usando técnicas e materiais à sua escolha.

Ontem, cada grupo apresentou o seu trabalho à turma. As apresentações correram muito bem e os resultados foram óptimos.

Foi bom ouvir críticas tão construtivas que demonstram como este tipo de trabalho é tão importante.

ESTÃO TODOS DE PARABÉNS!! FOI UM EXCELENTE TRABALHO DA TURMA!!

terça-feira, 4 de novembro de 2008

A QUE SABE A LUA



A Filipa leu o livro “ A que sabe a Lua” e fez o seguinte resumo.

Há algum tempo, os animais queriam saber a que sabia a Lua.
Então, um dia, uma tartaruga subiu à montanha mais alta e elevada do mundo. Essa tartaruga chamou vários animais para subirem às cavalitas dela para a ajudar. Os animais diziam uns aos outros para subirem às cavalitas uns dos outros e tentavam aproximar-se da Lua.
Ao mesmo tempo que os animais subiam às cavalitas uns dos outros para chegarem à Lua, a Lua pensava que era um jogo e afastava-se cada vez mais.
Quando a Lua já estava farta daquele jogo e, por isso, não se afastou, o último animal tirou um bocadinho da Lua e deu aos outros animais para todos provarem. Descobriram que a Lua sabia ao que todos mais gostavam.

Eu gostei muito deste livro, porque também estava curiosa por saber a que sabe a Lua, e agora já sei; é a gelado de framboesa.

Filipa nº3567

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

O MEU 1º DOM QUIXOTE


O Bruno leu o livro “ O meu 1º Dom Quixote” e fez o seguinte resumo.

Dom Quixote foi um cavaleiro espanhol do lugar da Mancha, Sancho Pança era o seu escudeiro, juntos percorreram as terras espanholas em busca de aventuras, levando a paz e a justiça ao mundo, protegendo os fracos e lutando contra os malvados.
No entanto, todas estas aventuras eram da sua imaginação! Confundiu um rebanho com um exército inimigo, uma pipa de vinho com um gigante gordo.
Dom Quixote apaixonou-se por uma camponesa a quem chamou Dulcineia. Para lhe mostrar como era valente lutou contra uns leões. Um dia no palácio de um Duque venderam-lhe os olhos, montaram-no num cavalo de pau com a barriga cheia de petardos e penduram-no por umas cordas para fazê-lo pensar que estava a voar.
Entretanto os petardos explodiram e Dom Quixote pensou que tinha domado um cavalo selvagem.
As suas aventuras de cavaleiro terminaram na praia com um duelo com o Cavaleiro da Branca Lua, amigo disfarçado de Dom Quixote, que lhe fez prometer que abandonaria as suas aventuras e voltaria às suas terras na Mancha.

Bruno Santos n º3591

domingo, 2 de novembro de 2008

A MINHA VIAGEM À ILHA DA MADEIRA



A Beatriz foi à Ilha da Madeira e resolveu contar-nos um pouco das suas AVENTURAS.

Nos dias 24, 25 e 26 de Outubro fui à Madeira passar o fim-de-semana com a minha mãe, a minha avó e o meu tio Bruno.
Do avião vi as ilhas desertas e avistei uma casa com o telhado vermelho.
Quando o avião aterrou fui para a casa da minha avó materna brincar com as minhas primas Filipa e Isabel.
No Sábado fui ao Funchal com a minha mãe e com a minha avó, e fomos ao café “Apolo” comer uma queijada Madeirense. Depois fomos ao mercado e vimos vários frutos que eu não conhecia, entre eles: maracujá banana, tomates ingleses, banana ananás, hilhame e tabaibos.
Lá, descobri que o tronco da bananeira depois de seco serve para amarrar as videiras.
No Domingo reunimos a família e fomos ver a exposição do “Leonardo Da Vinci”, na exposição aprendi que ele foi um grande pintor. No fim do dia embarcámos para Lisboa.

Eu gostei muito da visita à Madeira.

Beatriz Marcos nº3560

PARABÉNS BRUNO!!!



O Bruno fez 9 anos na Sexta-feira e teve um dia muito, muito feliz.
O nosso rapaz teve sorte por estar de "férias" :-) no seu aniversário!
Pena não podermos comemorar com ele.

Parabéns Bruno!

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

O TEMPLO DO RUBI DE FOGO


A Maria leu o livro “ O templo do Rubi de Fogo” e fez o seguinte resumo.

Geronimo Stilton é um rato que dirige o Diário dos Roedores o jornal mais vendido na Ilha dos Ratos.
Certo dia ele estava a trabalhar quando reparou num envelope amarelo que era do professor Volt a convidá-lo para ir a Crocodilau, um lugar selvagem, à procura do Rubi de Fogo.
Quando chegou Crocodilau viu o professor Volt à espera dele num submarino.
Foram a uma aldeia onde conheceram os chefes e a sua filha que se chamava Oistiti.
A Oistiti mostrou as Geronimo Stilton que existiam uns roedores que estavam a destruir a floresta.
No dia seguinte de manhãzinha o professor Volt, o Geronimo Stilton, o Esparrela, a Tea, o Bejamim e a Oistiti foram à procura do Rubi de Fogo que os da aldeia diziam que era a Casa dos Espíritos Uivantes, que era ao pé do lugar onde os roedores que estavam a destruir a floresta dormiam, mas eles conseguiram chegar ao Templo sem serem vistos.
Quando chegaram viram um Rubi Gigante a tapar um foço com petróleo e de lá de dentro saía uma torneira em forma de macaco.
De repente, entrou o chefe dos destruidores da floresta que viu o Rubi Gigante e gritou:
- Vou ficar rico.
Depois abriu a torneira e viu o petróleo e gritou novamente:
Eu não vou ficar rico, eu vou ficar podre de rico!!
A Oistiti fez sinal aos macacos que viviam lá para que o impedissem disso. Os macacos atiraram-no com tanta força que ele voou e gritou:
- Vou destruir a tua aldeia Oistiti.
Então a Oistiti teve logo a ideia de montar umas armadilhas que eram, um buraco e uma liana que agarra os pés.

Depois a Oistiti mostrou ao Geronimo Stilton, ao professor Volt, ao Esparrela, à Tea e ao Bejamim o Rubi verdadeiro que uma cobra trazia enrolado nela. Então a Oistiti disse à cobra para trazer o Rubi e se desenrolar. E a cobra assim fez.
Quando voltaram foram dormir e a Oistiti foi montar as armadilhas. Na manhã seguinte, o chefe estava preso num buraco com um dos companheiros e o outro estava de pernas para o ar. O Geronimo Stilton estava com uma forte dor de cabeça e a chefe da aldeia deu ao Geronimo Stilton uma planta esmagada que fez logo efeito e a dor de cabeça passou logo.
O professor Volt ficou na conversa com a chefe da aldeia, o Geronimo Stilton, a Tea e o Esparrela ensinaram-na a ler. À noite eles foram-se embora.

Na manhã seguinte a Tea publicou a aventura no Diário dos Roedores.

Maria Cunha nº 3587

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

COMBATE NAS ONDAS DO HAWAI



O Francisco David inventou esta história e resolveu partilhá-la com todos.

Era uma vez um surfista chamado David.
Ele era português e vivia em Lisboa. Um dia decidiu ir para o Hawai, por isso fez as malas e partiu.
Quando lá chegou apanhou um grande susto! As ondas eram tão grandes que parecia que nelas cabia um asteróide. Então pensou e chegou à conclusão que tinha de comprar uma prancha para se fazer àquele mar maravilhoso e assustador.
Depois, foi à única loja de surf comprar uma prancha, mas aí descobriu que nessa loja os produtos em vez de serem pagos com dinheiro, se pagavam com uma prova de surf.
Então, o Raul dono da loja disse:
- Se queres uma prancha tens de competir comigo.
- Ok! - Respondeu o David sem qualquer medo.
- Mas tens de me deixar fazer a competição com aquela prancha! - Disse ele a apontar para a última e melhor prancha do Mundo.
- Está bem!... Mas agora vamos ao mar.
David pegou na prancha e seguiram viagem até à praia do Ziguezague, mais concretamente ao GRANDE MAR DO HAWAI.
Durante a prova ouve manobras impressionantes, cold baks e 360. Foi uma GRANDE LOUCURA e um dia cheio de diversão.
No final o David superiorizou-se ao Raul e ganhou a prova, e ficou na história do SURF DO HAWAI para sempre.

Francisco David nº 3987

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Datas Testes 1º Período

Novembro

Dia 6 Quinta-feira - Estudo do Meio

Dia 11 Terça-feira - Língua Portuguesa

Dia 13 Quinta-feira - Matemática

Dia 18 Terça-feira - Língua Portuguesa

Dezembro

Dia 4 Quinta-feira - Estudo do Meio

Dia 5 Sexta-feira - Língua Portuguesa

Dia 11 Quinta-feira - Matemática

A Ilha do Tesouro


O Diogo Vigário leu o livro “ A Ilha do Tesouro” e fez o seguinte resumo.

Este livro fala sobre uma viagem longa até à ilha do tesouro. Foi mandada a tarefa de contar toda esta história sem deixar de parte nenhum pormenor ao filho do capitão.
Nessa altura o capitão ainda comandava a estalagem Admiral Benbou. Estava ele a cantar a canção muito usada:

“Quinze homens no caixão do morto. Hô, Hô, Hô, Hô, Hô e uma garrafa de rum !”, quando lhe aparece um homem com a voz grossa que rudemente lhe fez várias perguntas.
Passado alguns dias todos tinham partido em busca da ilha do tesouro. Enquanto a viagem foi decorrendo o capitão teve de viajar fora do grupo e o Sr.Trelawney mandou-lhe duas cartas. Uma para o barco e outra para sua casa, pois não sabia se estava num sítio ou no noutro. A carta dizia que tinha comprado um navio chamado Hispaniola.
Durante a viagem aconteceram muitas coisas, umas emocionantes, outras tristes. Entre os piratas havia um cego muito resmungão que morreu no percurso e quando chegaram ao fim da viagem encontraram o tesouro.

No final deste livro existe uma frase que é a seguinte:

“Todos nós recebemos um avultado quinhão do tesouro, que usámos uns sabiamente, outros com insensatez.”

Mas ninguém gostaria de voltar à ilha para acordar com o capitão Flint a ressoar aos ouvidos: - MOEDAS DE OIRO, MOEDAS DE OIRO!

Diogo Vigário nº3593

A POMBA E A FORMIGA


A Raquel leu o livro “ A pomba e a formiga” e fez o seguinte resumo.

Era uma vez uma pomba. Adorava passear e, quando queria descansar, ia até um regato, onde se sentava e bebia um pouco de água. Gostava muito deste lugar! Podia ver as flores, as andorinhas que por ali passavam e as formigas que não paravam o dia inteiro.
Num desses momentos em que observava atentamente uma fileira de formigas apressadas, apercebeu-se que uma delas se desequilibrou e foi cair dentro de água, no regato. Olhou à sua volta, pegou numa folha de árvore que estava por ali caída e atirou-lhe:

- Sobe para essa folha! Num instante, conseguirás sair daí!

Assim a formiga saiu da água e quis logo agradecer à pomba que a ajudara, Tinha sido tão simpática! De repente, e sem a pomba dar pomba dar conta, aproxima-se dela um caçador, que passava:

- Que rica pomba! Que belo petisco para o meu jantar!

Mas só a formiga, muito atenta e perspicaz, percebeu a intenção dele e disse:

- Não hás-de conseguir o que pretendes. Agora sou eu que vou ajudar esta pomba a salvar-se e a livrar-se de ti! Acelerou o passo e foi direita a uma perna do caçador e deu-lhe uma dentada. O Homem começou a saltar e a gritar.
A pomba quis ajudar e a formiga e percebeu. Quis agir por gratidão e assim o bem venceu.

Raquel Carriço nº4486

terça-feira, 21 de outubro de 2008

LINHAS ORIENTADORAS PARA TRABALHOS DE GRUPO


OS RIOS DE PORTUGAL

Tarefa

Este trabalho consiste numa pesquisa na Internet sobre um determinado rio.
Informação necessária: onde nasce o rio; onde desagua; quais os principais afluentes; o seu percurso; as espécie de peixes que nele habitam; a importância económica, social, turística; curiosidades…

O processo

Recolha de textos e imagens.
Tratamento de dados.
Podes apresentar o trabalho em PowerPoint ou em suporte de papel.
Deverás dividir o trabalho em sub temas.

Os recursos

Vários sites disponíveis sobre os rios.
Podes pesquisar o tema em livros ou noutros recursos.

Avaliação

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Perdidas na Selva



Uma aluna da nossa turma inventou esta história e resolveu partilhá-la com todos.

Era uma vez, uma menina chamada Raquel, que tinha duas irmãs, a Rita e a Madalena. A Raquel (a mais nova) tinha 10 anos. A Madalena (a do meio) tinha 15 anos. A Rita (a mais velha) tinha 20 anos.

Elas tinham sido tiradas aos pais, porque eles não tinham condições para viver com elas, porque nem tinham dinheiro para comprar comida para eles quanto mais para elas as três, que precisavam de comida, roupa …

Ficaram sem as filhas quando a mais nova tinha 2 anos, a do meio 7anos e a mais velha 12 anos. Então agora pode-se dizer que elas não têm casa. Foram viver para a rua, dormir debaixo das árvores.

Depois de 1 ano a caminhar chegaram à selva. Caminharam dias e noites e ao fim de 5 noites e dias, estava uma manhã linda de sol, quando elas encontraram um leão bebé preso num arbusto.

No dia seguinte, foram apanhar canas de bambú. Então construiram uma cabana com as canas e… acharam que deviam pôr alguma coisa a tapar as canas, na parte de cima.
Entre elas decidiram que ficava a Madalena já com 15 anos e o leãozinho a ver se ninguém lhes «reservava» a cabana, e que a Raquel e a Rita iam buscar as folhas.

Então lá foram elas à procura de folhas grandes para tapar as canas.

No dia seguinte, já de volta à cabana, a meio do caminho, encontraram uma cesta feita com canas de bambú, com o tamanho ideal para o leãozinho.

Na cabana perguntaram à Madalena o que ela achava de ficarem com o leãozinho:
- Acho muito bem ficarmos com ele, porque ele não tem casa, mas nós podíamos construir uma cabana para o Leo!
- Leo?- perguntaram em coro.
- Sim, porque eu estava farta de dizer «leãozinho» para aqui e para ali.
- Pode ser ! - disse a Rita - Não pode, Raquel ?
- Claro maninha. - afirmou a Raquel.
Então a Rita mostrou à Madalena a cesta de bambú, e esta exclamou:
- Uau! Onde é que vocês arranjaram essa cesta maravilhosa?
- Nós encontrámo-la e reparámos que ela tem o tamanho ideal para o Leo. - disse a Rita.
- E tem mesmo… - começou a Madalena - o Leo adorou a cesta, mas o melhor é que ele a adora!
- Sim, lá isso é verdade. - afirmou a Rita
- Então? Nós também temos que comer. - rematou a Raquel- Desta vez vai a Madalena e o Leo buscar a comida.

Lá foram eles a cantarolar:
Como é bom viver na selva , Sem testes p´ra fazer. Nós apenas temos saudades dos nossos pais…

Os animais da selva saíram das suas tocas para escutar a canção que eles próprios começavam a cantar.

A Madalena, de repente, viu o Leo a sair disparado contra dois leões ferozes, e assustada, gritou-lhe:
- Leeeeeooooo, nãããããooooo, volta aquiiiii !!!!!!
Mas o Leo já estava em cima dos leões.

A Madalena pensou que este era o fim do pobre leão bebé mas… Quando olhou, viu que o Leo estava todo contente ao pé daqueles leões e percebeu que aqueles eram os pais dele.

Voltou triste para casa, mas ao mesmo tempo feliz.

Contou às suas irmãs o que tinha acontecido com o Leo, e juntas decidiram que iam lá ter com ele e só se iam despedir, sem choradeiras, porque o Leo estava feliz e elas não podiam estragar a sua felicidade. Foi o que fizeram, despediram-se dele e foram-se embora cabisbaixas. Mas quando se iam embora, ouviram a mãe do Leo a rugir baixinho, mas não perceberam o que ela lhe dizia. Foi então que a Rita (“a pró” em animais da família) sentiu uns bigodes a roçarem-lhe nas pernas, voltou-se, viu o Leo e baixou-se:
- rhaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa - ouviu ela e disse às irmãs:
- Ele disse-me que encontrou os nossos pais, e que quando os viu teve medo e fugiu…
- Então foi por isso que nós o encontrámos preso num arbusto…
- Deve ter fugido tão depressa que não teve tempo de se desviar do arbusto.
- Mas voltando ao que interessa, Rita pede-lhe que nos leve até aos nossos pais.

A Rita assim o fez obedecendo à irmã mais nova. O Leo guiou-as até aos pais, que as esperavam impacientes. O reencontro total. Quase que não se reconheciam depois de tantos anos que estiveram separados.

Resolveram ficar a viver na selva com o Leo e a sua família, vivendo em harmonia para sempre.

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Opinião dos alunos sobre a “Feira Gastronómica”


Eu gostei porque havia coisas muito boas. Ana Rita

Eu gostei da feira porque havia muita comida e foi muito divertido. Beatriz

Eu gostei muito da feira porque tinha lá muita gente pois, adoro feiras com muita gente. Também gostei do aspecto dos bolinhos. Filipa

Eu gostei muito da comida e queria repetir. Francisco Correia

Gostei muito feira pois foi uma boa iniciativa e tinha bolinhos com muito bom aspecto. Miguel Horta

A feira foi muito gira e tinha produtos com muito bons preços. Guilherme

Eu gostei mais de fazer as pizzas para vender. Pedro Costa

Gostei muito da feira não comi pizzas, mas perdi 1€. Pedro Silva

A nossa feira gastronómica estava bastante engraçada, mas foi pena a minha mãe não me ter dado dinheiro para eu poder comprar qualquer coisa. Joana Silva

Eu achei que a feira estava muito boa e tinha boa comida com boa apresentação. Acho que foi um sucesso. Rita Marques

O que eu gostei mais foi de fazer as pizzas e angariar dinheiro para uma instituição. João Maria

Eu gostei mais de quando estávamos na cozinha a preparar as pizzas para vendermos na feira. Rodrigo

Eu gostei da feira gastronómica porque a comida era muito boa. Maria

Eu gostei muito da feira, porque estava muito bem enfeitada e tinha muita comida. Bruno

Eu gostei da feira porque havia muitas coisas deliciosas. César

Eu gostei muito da feira gastronómica e acho que foi muito bem pensada porque nos ensinou que não devemos desperdiçar comida. Não gostei de não ter comido a pizza. Diogo Vigário

Eu gostei muito da feira gastronómica porque comi coisas deliciosas e encontrei alguns familiares. Mariana Farinha

Gostei de ver que as nossas pizzas ficaram boas. Madalena Pais

A feira estava muito bem organizada e eu adorei comer. Mafalda

Gostei da feira da sua decoração e a comida tinha muito bom aspecto. Mariana Simões

Gostei muito dos petiscos da feira. Francisco David

Eu gostei de fazer as pizzas. Francisco Begonha

Eu gostei da feira. Estive a vender os pães com chouriço. Diogo Lamy

Eu gostei muito da feira porque tinha comida muito apetitosa. Cláudia

Gostei da feira e acho que foi um sucesso. Miguel Duarte

Gostei de fazer as pizzas e também de as vender. Rafael

Eu gostei de tudo principalmente de fazer mini pizzas. Raquel

A BRUXINHA LILI EM BUSCA DO TESOURO PERDIDO


A Cláudia leu o livro “ A bruxinha Lili em busca do tesouro perdido” e fez o seguinte resumo.

A Lili queria encontrar um tesouro e foi ver ao seu livro de feitiços.
No seu livro encontrou um feitiço de tesouro.
Leu um feitiço que estava no livro e foi parar a um sítio tropical.
Não percebeu onde estava. Aí encontrou um papagaio e deu-lhe o nome de Zui.
Depois apareceu o macaco que lhe tirou o ioió do irmão, mas ela tinha de o ter se não nunca mais podia voltar para casa.
A bruxinha encontrou uma coisa que a encantou, era uma coroa com duas penas, uma azul e uma vermelha às pintinhas.
Seguidamente a Lili foi buscar a coroa mas ouviu uma voz que não reconheceu.
Foi rapidamente esconder-se.
Quando a voz parou a Lili foi buscar a coroa assustada.
A bruxinha saiu do seu esconderijo foi buscar a coroa e pô-la na sua mochila, mas acabou raptada por dois índios da sua idade.
A Lili não se sentia nada confortável com a coroa na sua mochila e já lhe doíam as costas. Então a Lili percebeu que os índios eram seus amigos.
Na selva estava um caçador de crocodilos, que raptou a Lili e os seus amigos índios, metendo-os numa jaula.
O caçador queria a coroa que a Lili tinha na mochila. A Lili mostrou-lha e o caçador tirou-a logo da sua mão.
Depois veio o rei crocodilo, a Lili conseguiu sair e montou uma armadilha para o caçador.
O rei crocodilo queria morder o rabo do caçador, que de tão assustado que estava deixou cair a coroa. A Lili pensou tirar o caçador da armadilha, mas o caçador fugiu a sete pés.
A Lili despediu-se, e ficou com muitas saudades do pássaro Zui de quem ela tinha ficado amiga.
O seu amigo Zui deu-lhe uma pena e a Lili ficou toda contente, e voltou para casa.

Cláudia Marques nº4100

A PRINCESA QUE BOCEJA A TODA A HORA




A Mariana Farinha, leu o livro “ A princesa que não parava de bocejar” e fez o seguinte resumo.


Era uma vez um rei que vivia num palácio de ouro.
A sua filha não fazia outra coisa que bocejar.
O rei mandou vir coisas de outros países. Mandou trazer os manjares mais requintados de países longínquos: gelado de Itália, arroz da China, cacau do Brasil, peixe cru do Japão, gafanhotos fritos da Tailândia.
Mas, mesmo assim a princesa não parava de bocejar.
Então, mandou trazer uma cama macia com colchão de penas,lençóis de seda e dossel de cetim.
Mas mesmo assim, ela dormiu um belo sono mas não parava de bocejar tal como ela, o gato, o cão do jardineiro e os misteriosos.
Depois veio um elefante amarelo mas mesmo assim não parou de bocejar. Então um pequeno rapaz deu-lhe um presente que era uma pequena rã. A partir dessa altura ela parou de bocejar.

Mariana Farinha nº3597